Artigos com o marcador don benito
Meu inesquecível primeiro Dia das Mães
15/05/12
Tive uma surpresa neste domingo de Dia das Mães, que me causou muita emoção. Simplesmente não esperava, nem me passava pela cabeça passar pelo que passei. Ao menos, não neste ano. Deixe-me explicar: estou no sexto mês de gestação e, tecnicamente, ainda não sou mãe. Mesmo que na prática, já me sinta uma cuidadosa e zelosa mãe.
Veio o domingo e quando acordei, me deparei com uma faixa enorme com os dizeres “FELIZ DIA DAS MÃES”. Quase me belisquei para ver se continuava a dormir e sonhar. Limpei os olhos e lá continuava a faixa. Levantei e fui até o banheiro para lavar o rosto. Chegando lá, um buquê de flores me esperava com um cartão dizendo: “Vá até a sala. Tenho uma surpresa para você.”
Pensei, então: “Mais surpresa?”. Descia cuidadosamente as escadas, quando vi meu marido em pé, segurando uma bela cesta de doces. Ele disse: “Bom dia, mamãe! Essa é a minha surpresa para você, no seu primeiro Dia das Mães. E virão muitos outros”. Não preciso nem dizer que chorei cascatas de lágrimas. Afinal, estou grávida e as emoções afloram neste período.
Foi inesquecível, assim como o próximo, já com o bebê no colo, será ainda mais. Mesmo já Mais >
Manhêêêêê, parabéns pelo seu dia
10/05/12
Como é bom recordar nossa infância e constatar o quanto nós reclamávamos de barriga cheia – literalmente. Lembro bem do quanto eu enchia minha mãe de pedidos de comida. “Manhêêêêê! Faz isso?”. “Manhêêêêê! Faz aquilo?”. Logo em seguida vinha um sonoro “NÃO!!!”. Na verdade, vários “NÃOS!!!”.
Mas aí se falava com aquele jeitinho que só quem é criança consegue fazer. Era muito básico, mas igualmente persuasivo. “Faz Manhêêêêê. Não te custa nada”. Alguns faziam uso dos repetidos toques no ombro (deixam qualquer um irritado), outros seguravam a barra do vestido (também motivo de irritação).
O resultado, bom, era sempre o mesmo. PARA NOSSA ALEGRIA! Mesmo contrariada, lá ia minha MÃE fazer aquelas delícias comestíveis (bolinho de chuva, calça virada, biscoitinho etc.). Coração de MÃE é grande e bom, sempre quer agradar seus filhos, apesar de nossas má-criações.
Saudades destes bons tempos. Ainda bem que podemos revivê-los ao menos um dia por ano, no Dia das MÃES. Uma data para dar e receber. Os filhos desejam felicidades e levam presentes. Uma cesta, que tal? E apesar de ser seu dia especial, a MÃE também tem que pôr a mão na massa – literalmente.
Então…
– Manhêêêêê?
– Quié, criança grande?
– Parabéns pelo seu dia. Feliz Dia das MÃES! E… dá para fazer aquilo Mais >
“Esperança é a última que morre”, dizia o cartão
25/04/12
“Um fardo a ser carregado pelo genro ou pela nora.” Assim a cultura popular define o papel da sogra em nossa sociedade. Algumas realmente merecem tal conotação, mas há aquelas que são exceções à regra.
No meu caso, a mãe de minha esposa mereceria somente elogios, porém, não há coisa melhor que pegar no pé da sogra e fazer jus à cultura popular que nos rege. É o modo que nós genros (ou noras) demonstramos nosso amor.
Portanto, as brincadeiras rolam sempre que minha sogra nos visita ou nós a visitamos. E o Dia da Sogra – celebrado no próximo dia 28 de abril –, é uma data especial para mim, pois traz motivos para as galhofas.
Lembro de um desses maravilhosos dias das sogras em que comprei uma cesta de doces maravilhosos para felicitar minha sogra. Mas nem tudo eram flores, junto tinha um cartão e, claro, uma brincadeira singela.
Quando chegou o dia e lhe entreguei o presente, minha sogra ficou surpresa. Nunca havia dado um presente só meu a ela, sem minha esposa a tiracolo. Então, ela sorriu e agradeceu. Um momento bonito.
Só que aí, lógico, já esperava a cara que ela faria ao ler o cartão. Então, ela leu: “Que a Mais >




